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Blog da YORK
05
mar

Por que você deve anunciar no Google Shopping?

O comércio eletrônico tem crescido de maneira vertiginosa no Brasil. 89% dos brasileiros realizaram ao menos uma compra online entre junho de 2016 e junho de 2017, segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

No ano passado, de acordo com um estudo realizado pela Neomove e ABComm, mais de 203 milhões de vendas foram efetuadas e o ticket médio de compra em e-commerces chegou a R$294,00. Ainda segundo esse estudo, o Google é o principal caminho entre o consumidor e a compra: 52% dos pedidos têm o Google como origem.

Todos esses dados deixam uma certeza: qualquer e-commerce que busque ter sucesso deve destinar verbas para anúncios no Google. Por isso, o Google Shopping e indispensável para quem vende na web: ele te coloca exatamente onde o seu possível cliente está.

O que é o Google Shopping?

A plataforma de anúncios do Google, o AdWords, permite a criação de vários tipos de anúncios e maneiras de personalizá-lo. Para cada tipo de negócio, é possível ter uma gama de ads diferentes, cada um adequado a objetivos específicos.

Sabe quando você está interessado em comprar algum produto e pesquisa no Google sobre ele? Normalmente, a primeira parte da página de resultados aponta esse produto e seu preço em lojas variadas, certo? Esse é um recurso de campanha Google Shopping.

Em termos gerais, o Google Shopping é uma ferramenta de comparação de preços criada pelo Google. Sua principal diferença em relação a outros comparadores de preços online, como o Buscapé ou o Zoom, está em sua integração com o Google, o que faz com que as informações buscadas pelo usuário sejam listadas na própria página de resultados.

Por que é importante trabalhar com Google Shopping em e-commerces?

A resposta pareça óbvia, certo? O Google Shopping te destaca no Google que, além de ser o maior buscador existente, é o principal canal do qual se originam as vendas de e-commerces.

Nesse contexto, colocar o seu produto e preço entre os primeiros resultados de pesquisa deve ser uma prioridade. Anunciando no Google Shopping com produtos a preços competitivos, o seu preço estará sempre no topo dos resultados.

Um e-commerce que não utiliza o Google Shopping perde uma parcela alta de impressões e possíveis conversões. Em um cenário tão concorrido quanto o atual, a ausência de investimentos em anúncios de shopping pode ser fatal.

Mas, além disso, existem ainda mais motivos para você utilizar esse tipo de anúncio:

Relatórios personalizados

Os anunciantes do Google Shopping têm acesso a relatórios personalizados sobre os usuários que interagiram com seu anúncio. Com esses dados, você consegue ver quantas pessoas clicaram na sua oferta e também direcionar campanhas de remarketing, que direcionam novos anúncios para quem já teve contato com ele no Google Shopping.

Os relatórios também permitem que você tenha mais informações sobre usuários que podem ter interesse de compra no seu produto. Esses dados vão desde insights demográficos até mesmo quadro de interesses e comportamento de uso de dispositivos móveis.

Além disso, as informações obtidas através de anúncios de shopping podem te auxiliar a aferir se o seu preço é ou não competitivo em relação ao dos seus concorrentes. Conhecendo também quais são os produtos mais e menos clicados entre os anunciados, você consegue desenvolver novas campanhas de anúncio ainda mais assertivas.

Pagamento apenas por cliques

Como todos os outros anúncios disponíveis no AdWords, no Google Shopping você paga apenas o CPC, isso é, o custo por clique no anúncio.

O CPC já é muito atrativo por si só, mas, no caso do Google Shopping, quando um cliente resolve clicar no seu produto é porque o seu preço realmente se destacou entre os outros valores que apareceram no mesmo resultado. Ou seja, as chances de conversão são altíssimas.

Assim, você pode transformar um lead em venda no seu primeiro contato com o seu produto. Se você souber como aproveitar bem essa interação, consegue também reter clientes através da automação de marketing e garantir o crescimento do seu negócio.

Outras dicas para e-commerce

É claro que apenas anúncios não fazem milagres por um e-commerce. É preciso manter os preços competitivos, ter um site que ofereça uma boa experiência ao usuário e investir na fidelização de clientes através de e-mail marketing, que são fundamentais para e-commerce, e utilizar outras ações de marketing que garantam visibilidade para o seu negócio.

Todo esse trabalho de organização de campanhas no Google, seleção de mídias, planejamento de investimento, organização de relatórios de resultados simplificados, metas e envolvimento com o público-alvo, deve ser organizado por profissionais qualificados para garantir que resultados sejam atingidos. Por isso, contar com uma agência digital, como a YORK, é fundamental para garantir o sucesso do seu e-commerce.

Quer saber mais sobre nosso trabalho?

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22
jan

SEO, UX e conteúdo de qualidade: o que você precisa saber para rankear

A morte do SEO (Search Engine Optimization ou otimização dos motores de busca, em português) como é conhecido atualmente foi anunciada inúmeras vezes. Basta o Google anunciar a atualização de seu algoritmo de busca para que posts e artigos sobre o fim do SEO surjam.

Mas não é bem assim.

Enquanto motores de busca existirem, as estratégias de SEO continuam sendo fundamentais para o rankeamento de uma página nas primeiras posições da SERP (Search Engine Result Page ou página de resultados dos mecanismos de pesquisa). No entanto, cada vez mais o algoritmo de busca do Google privilegia a experiência do usuário (UX, User Experience) e é a isso que o SEO tem que se adequar.

Antes de tudo, é importante compreender que a experiência do usuário se relaciona a dois fatores principais: conteúdo de qualidade, que responda às dores do usuário, e interface do site, que ofereça boa navegação e facilidade de encontrar as informações.

O que é SEO e como funciona o rankeamento do Google

O que é SEO

Em termos gerais, entende-se SEO como o conjunto de estratégias que têm foco na otimização de uma página para o rankeamento no Google. Isso é, trata-se de uma série de práticas que visa colocar o seu site na primeira página do buscador mais utilizado no mundo, trazendo mais acessos orgânicos (não-pagos) às suas páginas. As estratégias de SEO envolvem processos de otimização que atingem desde a estrutura HTML de um site até o seu conteúdo, incluindo texto, imagens, vídeos etc.

Como funciona o rankeamento do Google

A missão do Google é organizar todo o conteúdo existente na internet. Por isso, ele possui crawlers (os “robozinhos”) que vasculham o código das páginas para compreender seu conteúdo e indexá-las em seus servidores.

Basicamente, o Google funciona como uma biblioteca. Quando um usuário faz uma pesquisa, o buscador realiza uma série de testes lógicos e cálculos, analisando diversos fatores nos sites indexados em sua base para, assim, encontrar o melhor resultado para o usuário.

Para fazer isso, ele leva em conta o tema da página, seu título, subtítulos e outras marcações no código html, que servem para delimitar o conteúdo daquela página. Após essa análise, os conteúdos que ele considera mais pertinente à pesquisa estarão nos primeiros resultados.

Qual a relação entre SEO e experiência do usuário?

Com o Fred, última atualização do algoritmo do Google que aconteceu em março de 2017, o Google passou a penalizar sites com conteúdo sem qualidade e que obtêm acessos visando apenas conseguir lucro através de cliques em banners da rede de display.

A penúltima atualização do Google, Penguin, de setembro de 2016, serviu para o buscador passar a penalizar sites que compram links externos (fator importante para o rankeamento) ou os obtêm de outra maneira que não é natural.

O Fred e o Penguin, juntamente com as atualizações anteriores do algoritmo, têm a inteligência necessária para passar a identificar e punir sites que usam estratégias blackhat de SEO. Essas estratégias caracterizam-se pela otimização de páginas para motores de busca que concentram-se especificamente em convencer os crawlers do Google de que a página tem um conteúdo relevante, que merece destaque na página de resultados.

Um exemplo de técnica de SEO blackhat é esconder visualmente um bloco de textos em um site, com o intuito de colocar palavras-chave apenas para melhorar a indexação nos resultados de busca.

Com as últimas atualizações do algoritmo do Google, essas estratégias deixaram de funcionar e passaram a ser penalizados pelo buscador, que diminui a avaliação de sites que se valem dessas técnicas.

As estratégias de blackhat são punidas pelo Google por um único motivo: elas não se concentram no usuário. Para o Google, o bom conteúdo é aquele que responde às dúvidas que levaram o usuário a realizar uma pesquisa no buscador.

Outro exemplo que comprova o quanto o Google tem se concentrado em entregar a melhor experiência possível está no fato de que, atualmente, sites que não são responsivos também são penalizados. Mais do que isso, sites que utilizam a estratégia mobile-first têm posições melhores nas buscas.

Isso acontece porque, com a crescente adoção de dispositivos mobile, as pessoas têm consumido cada vez mais conteúdo via smartphones ou tablets. Por isso, o Google valoriza sites que têm uma boa experiência mobile, isso é, cujo conteúdo e navegação sejam otimizados para telas menores.

Conteúdo de qualidade é voltado para a experiência do usuário

Antes de pensar em title tags, links externos e internos, número de caracteres etc, é preciso pensar no usuário. Quem estou tentando atingir? Quais são suas dores? O que ele quer saber? Como disponibilizar o conteúdo de uma maneira que o usuário possa acessá-lo com facilidade? A produção de conteúdo de qualidade começa nessas perguntas. São elas que orientam a pesquisa de palavra-chaves e todas as outras características do seu conteúdo.

O foco no comportamento do usuário transforma a forma de pensar conteúdos. Agora, eles devem ser criados pensando unicamente no usuário e seus anseios. Nesse contexto, a semântica deixa de ser um artifício que apenas melhora o rankeamento do Google, para ser uma maneira de organizar o conteúdo para melhorar a experiência do usuário.

Dividir o texto em títulos, subtítulos, colocar destaques onde é necessário e itálicos em estrangeirismos, por exemplo, também é uma maneira de conferir significado e relevância para seu conteúdo e, consequentemente, oferecer uma boa experiência ao usuário. Essas técnicas permitem que as pessoas consigam encontrar com rapidez as informações das quais precisam e entender o texto com facilidade.

Criar conteúdo de qualidade, além de ser fundamental para melhorar o posicionamento nos resultados de busca, ainda melhora a relevância do seu site. Bom conteúdo conquista o público, cria compartilhamentos orgânicos e gera links externos direcionados a seu site de maneira natural. Afinal, pessoas compartilham coisas que as ajudam, que são interessantes e/ou que trazem um novo ponto de vista sobre uma questão.

O que fazer para rankear nesse contexto

O que o Google não quer é conteúdo criado exclusivamente para rankeamento. Por isso, a compra de links externos, o uso de palavras-chave de maneira excessiva e voltado apenas para quantidade e outras técnicas blackhat de SEO têm sido punidas por ele.

Por isso, quem produz conteúdo com qualidade e com foco na experiência do usuário não precisa se preocupar e muito menos deixar de investir em SEO. As estratégias andam juntas, as técnicas de SEO whitehat também têm foco na experiência do usuário.

Ninguém sabe realmente como o algoritmo do Google funciona, mas o que dá pra saber é que ele prioriza a autoridade do site, sua relevância e, cada vez mais, a experiência do usuário. Por isso, quando se trata de rankeamento, o foco deve ser a experiência do usuário.

Sites que oferecem uma boa experiência ao usuário vão continuar sendo visto com bons olhos não só pelo Google, mas também pelos usuários.

24
out

RD Summit: o maior evento de marketing e vendas da América Latina

Entre os dias 18 e 20 de outubro, parte da equipe digital da YORK esteve em Florianópolis para comparecer ao RD Summit. Promovido pela nossa parceira Resultados Digitais, o RD Summit é o maior evento de marketing e vendas da América Latina e um dos maiores do mundo, segundo o The Huffington Post.

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16
ago

E-mail marketing ficou no passado?

Não é novidade que algumas práticas tradicionais do marketing foram deixadas para trás por conta das mudanças que a internet provocou na jornada de compra dos clientes. Com as informações facilmente acessíveis, os vendedores deixaram de ser os gatekeepers da informação e os compradores passaram a concluir uma grande parte da jornada de compra sozinhos.

Para o marketing, isso quer dizer que outdoors e anúncios em mídia tradicional não têm mais resultados tão bons quanto antigamente. Por isso, é preciso, também, anunciar na internet por meio do Google AdSense, das plataformas de anúncios das redes sociais, como FacebookAds, TwitterAds e LinkedIn Ads, e por meio de e-mail marketing.

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25
jan

Da atração à venda: o papel de uma agência digital no desenvolvimento de negócios

“Cada macaco no seu galho”.

Essa é a frase do momento quando se fala de mercado digital.

Muitas agências criam um departamento digital para absorver essa demanda, que é crescente no mercado. Porém, muitas das vezes agências tradicionais (ou offlines), mesmo com anos de experiência, não conseguem entregar o resultado esperado pelo cliente, seja pela falta de profissionais capacitados ou expertise.

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25
jan

Marketing de conteúdo: o segredo do sucesso da presença digital

Ok, você (e todo mundo) já sabe: presença digital é importante pra qualquer marca. Mas, como fazer isso da maneira correta? Como criar e responder a demandas sem parecer um spam e, o mais importante, como conseguir que seu público interaja digitalmente com sua marca?
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25
jan

4 motivos pra deixar sua presença online por conta de uma agência digital

Inbound marketing é a solução para fazer sua marca chegar até seus clientes sem precisar de “jingle chiclete” ou gastar horrores com mídia tradicional. Falando assim, parece até fácil criar conteúdo de qualidade e entregá-lo assertivamente aos clientes e potenciais consumidores, não é mesmo? Mas não é bem assim a história.

Marketing digital deve ser organizado por profissionais no assunto.

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25
jan

Guia prático de Facebook Ads

Pensando em começar a aprender sobre anúncios no Facebook? Então, antes de tudo, é importante saber porquê investir nessa mídia.

Quando se trata de marketing em mídias sociais, muita gente se engana ao achar que o resultado é gerado espontaneamente e sem gastos, já que as ferramentas são gratuitas. Mas isso não é totalmente correto. Sempre há um investimento de tempo e energia, especialmente em relação à produção de conteúdo, no entanto, o valor investido em redes sociais é quase irrisório se comparado ao valor de anúncios em mídias mais tradicionais, como jornais e revistas, o que torna o investimento bastante acessível para pequenas e médias empresas.

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