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Author: paula-maria


RD Summit 2018: os principais temas, as novidades e as nossas impressões

Entre os dias 7 e 9 de novembro, parte da nossa equipe esteve em Florianópolis para participar do maior evento de marketing digital e vendas da América Latina: o RD Summit 2018.

Com 9 espaços, o evento teve mais de 150 palestrantes, que falaram sobre marketing, tecnologia, vendas, gestão e estratégia, desenvolvimento pessoal, agências, criação de conteúdo e RD Station.

Entre os palestrantes, estavam Robert Cialdini, autor de “As Armas da Persuasão”, Jacco VanderKooji, fundador da Winning by Design, e Martha Gabriel, especialista em inovação e interatividade.

O que vimos no RD Summit?

Conteúdo interessante não faltou no RD Summit 2018. Mas, aqui, vamos trazer uma visão geral dos conteúdos que achamos mais interessantes:

SEO

Entre os palestrantes, estavam grandes especialistas em SEO, como Marie Haynes, a VP de Crescimento Estratégico e Desenvolvimento do SEMrush, Maryna Hradovich, e o ex-Googler e consultor de otimização Pedro Dias.

Com abordagens diferentes, todos trataram da importância do SEO e de sua relação intrínseca com a experiência do usuário, que já tratamos aqui no blog.

Para 2019, as apostas da área são:

  • foco cada vez maior em mobile;
  • desenvolvimento da inteligência artificial;
  • otimização para pesquisas realizadas por áudio, que hoje representam 20% de todas as pesquisas, número que tende a crescer muito nos próximos anos.

Engajamento

Falando em inteligência artificial, foi esse o tema da palestra de abertura do RD Summit, ministrada por Martha Gabriel. A verdade é que esse é um ramo da tecnologia que tem evoluído de maneira exponencial nos últimos anos e que tende a continuar assim.

Segundo a palestrante, até 2060, os robôs serão capazes de executar a maior parte das profissões que existem atualmente. E o segredo para sobreviver e manter a nossa relevância nesse mercado dominado por máquinas é desenvolver as características que nos tornam humanos: emoção, empatia e ética.

Como profissionais de marketing, entendemos que essas características fazem parte do nosso trabalho diariamente: precisamos desenvolver conteúdos que se conectem emocionalmente com as nossas personas. Afinal, isso é o verdadeiro engajamento: conquistar pessoas.

O tema foi tão relevante durante o RD Summit que foi tratado, também, pelo apresentador Marcelo Tas e por Vitor Peçanha, co-fundador da Rock Content.

RD Station CRM

Outra novidade que nos deixou super animados foi o lançamento do CRM do RD Station. Agora, as equipes de Inbound Sales terão ainda mais facilidade de lidar com os leads e as oportunidades de vendas provenientes do RD Station e todas as informações estarão centralizadas.

O RD Station CRM tem um monte de funcionalidades que vão te ajudar a ter um funil de vendas mais efetivo e organizado. Confira aqui.

Estratégias de conversão

Outro ponto que vários palestrantes do RD Summit fizeram questão de frisar é que não existe fórmula mágica para aumentar o número de conversões. Para atingir esse objetivo, é preciso conhecer o seu público, investir nas plataformas em que ele está e criar conteúdo realmente relevante para o seu perfil. E testar.

Os testes são fundamentais no marketing. A palestra de Raphael Lassance sobre growth hacking evidenciou a importância do teste mínimo para conseguir bons resultados e encontrar estratégias aderentes ao seu modelo de negócio.

Já, para conhecer o público, é preciso investir em pesquisas de mercado e ter personas e jornadas do cliente documentadas. Essas estratégias, que são extremamente básicas, continuam a ser totalmente relevantes para a obtenção de resultados.

Comunicação integrada

Por fim, outro ponto do RD Summit 2018 que achamos muito relevante é a importância da comunicação integrada. É preciso trabalhar de maneira integrada as estratégias de mídia paga, SEO, conteúdo, mídia offline etc. Todas as ações de marketing da empresa devem conversar entre si e se complementarem.

Esse é o modelo de negócio da YORK: comunicação integrada de verdade para alcançar os objetivos dos nossos clientes.

Conclusão

É claro que o RD Summit 2018 trouxe muito mais conteúdo do que o que decidimos mostrar neste artigo. O evento também tratou de gestão, motivação pessoal, otimização do time de vendas e muito mais.

Voltamos de Florianópolis cheios de vontade de aplicar novos hacks, aumentar métricas positivas e continuar criando comunicação realmente integrada.

Quer saber mais sobre o que rolou no RD Summit?

Paula Maria, Head of Content da YORK.


Tudo o que você precisa saber de SEO para não ser leigo

Você provavelmente já ouviu falar de SEO. E tudo bem se você não souber exatamente o que essa sigla significa, porque é um conceito relativamente complexo. Neste artigo, vou dividir com você um pouquinho do que sei sobre o assunto e mostrar por que ele é tão importante pros resultados da sua estratégia de marketing digital.

Os tópicos abordados serão os seguintes:

O que é SEO?

Se você investe em marketing digital, provavelmente estar entre os primeiros resultados do Google é uma das suas maiores ambições, certo?

Eu sei. Afinal, estar entre as primeiras posições do Google garante um bom número de novos visitantes orgânicos, isso é, usuários que acessam seu site através de conteúdos que não estão sendo patrocinados.

Segundo o estudo “Google Organic Click Through Study: comparison of Google’s CTR by position, industry and query type“, o primeiro resultado da página de buscas ganha, em média, 21% dos cliques, o segundo recebe 10% e o terceiro, 7%.

Isso quer dizer que, se a palavra-chave do seu conteúdo é, por exemplo, “marketing digital”, que tem 60.500 pesquisas mensais, estar em primeiro lugar na página de resultados – a Search Engine Result Page (SERP) – te rende uma média de incríveis 12.100 cliques por mês. Nada mal para um resultado orgânico, hein? 🙂

Acontece que, para conseguir figurar entre os primeiros resultados da SERP, é preciso seguir uma série de boas práticas, tanto no seu site quanto no conteúdo que você pretende rankear. A esse conjunto, damos o nome de SEO, sigla para Search Engine Optimization.

SEO, motores de busca e experiência do usuário

O SEO é esse conjunto de técnicas que utilizamos para otimizar tanto conteúdos quanto sites, landing pages, blogs etc. A otimização tem como objetivo rankear melhor na SERP para aumentar o tráfego orgânico da página.

Para entender as práticas de SEO, é preciso que, antes de tudo, você entenda como o Google funciona. Ah, uma observação: os outros buscadores têm funcionamento parecido e, por isso, vamos nos ater apenas às engenhocas do principal buscador do mundo.

Quando você faz uma busca no Google, os primeiros resultados são patrocinados, isso é, pagos. Eles possuem, inclusive, uma diferenciação visual para mostrar isso.

Anúncios patrocinados no Google possuem a identificação "Anúncio".

Anúncios patrocinados no Google possuem a identificação “Anúncio”, viu?

Abaixo dos anúncios pagos, que podem aparecer em blocos de até quatro anúncios diferentes, ficam os featured snippets – que também são resultados orgânicos de SEO – e, abaixo deles, os demais resultados orgânicos.

Exemplo de featured snippet no Google - um resultado orgânico alcançado com SEO.

Exemplo de featured snippet no Google.

Como o Google escolhe qual conteúdo vai ficar em que posição?

Para determinar a posição do conteúdo na SERP, o Google indexa todos os conteúdos sobre o tema e leva em conta qual é mais adequado para responder à busca realizada pelo usuário.

Muita informação de uma vez, né? Relaxa, vou explicar tudo direitinho.

O Google “lê” todos os conteúdos antes de indexá-los através dos crawlers, robozinhos que vasculham as páginas para entender de qual assunto elas estão tratando.

Diferente de nós, o Google lê puramente o texto da página. Isso quer dizer que ele não vê imagens, vídeos ou outro conteúdo multimídia, ele vê simplesmente as marcações de texto: as que são visíveis para todos os usuários e as marcações semânticas de HTML.

O Google lê as tags de HTML que são utilizadas para definir o que é um título, o que é um subtítulo, uma lista, uma imagem, um parágrafo etc. Entendendo como funciona a leitura do Google, já dá pra ver o quanto SEO é ligado a desenvolvimento e redação, né?

Vou detalhar mais a fundo como o SEO serve para organizar a criação do conteúdo, mas, nesse momento, o que é importante é que você entenda que o Google escolhe a posição de cada conteúdo com base na sua aderência às buscas do usuário.

O Google quer resolver o problema de quem realiza uma busca

O que o Google realmente quer é que o usuário que fez a pesquisa encontre uma maneira de resolver seu problema.

Para isso, o buscador avalia os conteúdos, verifica se as palavras-chave da busca estão contidas neles, observa se são conteúdos originais e se eles são capazes de responder de maneira satisfatória a dúvida ou dor do usuário.

Ou seja, o conteúdo que aparece no primeiro resultado é aquele que o Google considera que responde de maneira mais completa a pesquisa realizada.

Você pode estar pensando que basta escrever um bom conteúdo sobre um tema específico, certo? Bom, em partes. Escrever um bom conteúdo é metade do caminho quando se trata de SEO.

O que faz um conteúdo rankear no Google?

SEO On Page

Já antecipei que bom conteúdo é metade do caminho quando se trata de SEO. Isso porque existem outros aspectos importantes que se relacionam ao rankeamento no Google.

Um deles é o SEO On Page, que são as otimizações realizadas na sua página para melhorar a maneira como o Google lê o seu site.

Já falei que as tags HTML são importantes para o buscador, por isso, quanto mais limpo for o código da sua página e quanto mais ela se adequar às melhores práticas de semântica, mais chances ela tem de hospedar um conteúdo que vai rankear bem.

Abaixo, os principais fatores on page:

Qualidade do conteúdo

Criar um bom conteúdo é fundamental para SEO. E é importante frisar isso porque muitas pessoas pensam que, quando se trata de otimização para buscadores, bom conteúdo é aquele que repete incessantemente a palavra-chave.

Isso é uma coisa ultrapassada. Hoje, o Google privilegia o conteúdo em que a palavra-chave aparece de forma natural no texto. Afinal, o buscador quer resolver o problema do usuário oferecendo a ele uma resposta contundente à sua pesquisa.

Por isso, ao produzir qualquer conteúdo, a primeira coisa que o redator tem que ter em mente é a experiência do usuário. Algumas perguntas que faço antes de escrever são:

  • Esse conteúdo ajuda minha persona?
  • Ele traz alguma visão diferente sobre esse tema?
  • Esse conteúdo responde a alguma dúvida comum da minha persona?
  • Esse conteúdo supera as expectativas da minha persona com alguma novidade?

Isso me ajuda a pensar em conteúdo além de palavra-chave, o que é um erro muito comum de redatores que estão começando a produzir conteúdo pra web.

Outra coisa: os conteúdos que rankeiam melhor no Google são extensos – têm cerca de 2.500 palavras.

Parece muita coisa, mas quando a gente escreve um conteúdo buscando responder o máximo de questões sobre o tema, é super fácil alcançar essa quantidade de palavras (até aqui, este artigo, por exemplo, tem mais de mil palavras).

Mas é claro que você deve avaliar a sua persona. Se você escreve pra pessoas que não têm o hábito de ficar muito tempo lendo na internet, por exemplo, talvez seja melhor que o seu conteúdo seja mais enxuto. O importante é que ele responda às dores da persona, ok?

Uso inteligente da palavra-chave

Já falei um pouquinho de como o Google avalia o uso da palavra-chave no artigo, certo? Aqui, vou me aprofundar nessa questão.

O algoritmo do Google é inteligente o suficiente para analisar o seu texto semanticamente. Isso quer dizer que ele consegue avaliar o contexto geral e que simplesmente repetir a palavra-chave não adianta. Por isso, você tem que saber onde usar a palavra-chave para destacá-la de maneira inteligente.

É importante que a palavra chave esteja no título de blog, no SEO title, em pelo menos um subtítulo de tag H2 e espalhada pelo texto de maneira natural. Além disso, o Google também consegue identificar palavras que se relacionam ao tema.

A dica aqui é: escreva da maneira mais natural possível sobre o tema, buscando auxiliar a sua persona. A palavra-chave e as palavras correlacionadas vão aparecer naturalmente.

Abaixo, vou falar um pouquinho mais sobre título de blog, SEO title e subtítulos.

Título de blog e SEO title

Quando você edita o seu conteúdo no blog, existem dois campos para títulos, caso você use algum plugin de otimização para buscadores. Eles são o título de blog e o SEO title. Ambos podem te ajudar a rankear.

O título de blog é um título interno. Ou seja, ele não aparece nos resultados de busca e o usuário só vai ter acesso a ele quando já estiver no seu blog.

A tag desse título é a H1. Se você não entende muito de HTML, isso não te diz nada, certo? Mas, pro Google, essa tag diz qual é o conteúdo principal do seu artigo. Por isso, o título de blog deve ter a palavra-chave em algum lugar e instigar o usuário a prosseguir com a leitura.

Já o SEO title é o título que aparece nos resultados de pesquisa. Ele deve ter a palavra-chave do artigo obrigatoriamente à esquerda, ser objetivo e ter, no máximo, 55 caracteres para aparecer inteiro na SERP. Sua principal função é captar o usuário que fez a pesquisa.

Subtítulos e heading tags

Os subtítulos são utilizados com dois intuitos: organizar o texto e melhorar a escaneabilidade. Eles são marcados no HTML pelas heading tags.

O Google lê essas heading tags para entender a hierarquia de temas no seu texto. É por isso que, como disse acima, é importante ter a palavra-chave em pelo menos um título de tag H2.

A tag H1 já tem a palavra-chave, ela é o título de blog, lembra? Depois dela temos a tag H2, que é um subtítulo menos importante que o H1, mas mais relevante que o H3, entendeu?

Aqui um exemplo pra ficar mais claro:

Aqui, o H2 é "Exemplo de persona", enquanto "Perfil" é um H3. As heading tags são importantes para SEO.

Aqui, o H2 é “Exemplo de persona”, enquanto “Perfil” é um H3.

Seu texto deve ter só um H1 e pode ter vários H2, H3, H4 e assim por diante.

Metadescription

A metadescription é a descrição do seu conteúdo que aparece junto ao seu SEO title na SERP. Nela, a palavra-chave deve estar presente. Seu objetivo é trazer um pouco mais de informações, além do título, para trazer visitantes pro site.

URLs amigáveis

Já viu aquelas URLs que têm um monte de barras e são enormes? Essas são as URLs que não são amigáveis.

Uma URL amigável é aquela que é limpa e direta, como essa: https://york.digital/publico-alvo-e-persona/. Veja que ela tem apenas o domínio, uma barra e, em seguida, o tema do artigo.

A URL amigável sempre tem a palavra-chave, conta com, no máximo, um subdomínio (exemplo: /blog/), é enxutalegível e tem hífens para separar uma palavra da outra.

Alt-text

O alt-text é o texto alternativo que é exibido quando as imagens utilizadas no post não carregam para o usuário. Além de ser bom para a experiência do usuário, ele é sempre lido pelo Google, que não “vê” imagens.

Para um bom alt-text, você deve descrever a imagem utilizando a palavra-chave.

Linkagem interna

A linkagem interna é o uso de links do seu próprio blog em outros conteúdos. Por exemplo, quando falei de persona, eu linkei nosso artigo sobre o tema dentro desse texto.

Ao fazer isso, mostro pro Google que aquele conteúdo é importante pro meu blog e que me preocupo com o entendimento do usuário sobre o tema.

Tempo de carregamento e responsividade

Coloquei esses dois fatores juntos porque eles têm a ver, também, com o seu site por completo e não apenas com o conteúdo que pretende rankear.

O Google avalia o tempo de carregamento quando vai decidir qual conteúdo ficará no topo dos resultados de pesquisa. Afinal, ele quer sempre resolver o problema do usuário e exibir um site que fica anos carregando não é um jeito de fazer isso, certo?

O mesmo vale para a responsividade, que é a adaptação da página para ser acessada no smartphone. Hoje, 69% dos brasileiros acessam a internet pelo celular e é claro que o Google vai priorizar os sites responsivos, porque eles atendem às necessidades dos usuários.

SEO Off Page

Além dos fatores on page, existem os fatores off page, que influenciam na otimização para motores de busca. Esses fatores são externos ao seu site, ou seja, de certo modo, você não consegue controlá-los.

Eles representam a autoridade do seu site. A idade do seu domínio influencia nisso, a quantidade de links de outros sites que apontam para o seu blog (o que chamamos de backlinks), a quantidade de conteúdos que você já publicou e o engajamento que seu conteúdo recebe em redes sociais.

Para conseguir autoridade, o primeiro passo é construir bom conteúdo. Os próximos passos são criar uma boa estratégia de social media, trabalhar com guest posts e investir em anúncios e estratégias de SEO para aumentar o número de visitantes.

Conclusão

Mais do que buscar palavras-chave, o Google e os demais buscadores procuram bom conteúdo. Isso quer dizer que um conteúdo otimizado para buscadores não é aquele que repete palavras-chave um monte de vezes, mas, sim, aquele que apresenta informações completas sobre o tema.

Produzir conteúdo com foco em SEO é produzir conteúdo com foco na experiência do usuário, que é, cada vez mais, o que os algoritmos do Google buscam.

Por isso, quando falo de técnicas de SEO, costumo dizer que não tem muito segredo, apesar de alguns tricks como heading tags, metadescription e alt-text. O verdadeiro “truque”, na verdade, é escrever pensando em ajudar a sua persona. E aí tudo flui naturalmente: o conteúdo é bom, a palavra-chave e as palavras correlacionadas aparecem, os subtítulos surgem para organizar o texto e assim vai.

É claro que, antes de colocar a mão na massa e produzir o conteúdo, é preciso definir uma estratégia de SEO, fazer pesquisa de palavras-chave, compreender a jornada de compra da sua persona. E, para todas essas etapas, você pode contar com a YORK.

Te auxiliamos desde a criação das suas personas até a estratégia de SEO. Quer saber mais?

Quer uma boa estratégia de SEO? Fale com a YORK

Paula Maria, Head of Content da YORK.


Entenda de vez: qual é a diferença entre público-alvo e persona?

Você sabe qual é a diferença entre público-alvo e persona? A resposta, basicamente, é: riqueza de detalhes do direcionamento.

É muito comum a gente receber clientes aqui na YORK que já se decepcionaram com investimentos em marketing que não deram resultado. Minha primeira suspeita, nesse caso, é que o direcionamento, provavelmente, não teve o detalhamento suficiente.

Então, só depois de conhecer a fundo o cliente ideal dessa empresa, é que eu e o restante da equipe partimos para a criação de qualquer campanha de marketing.

Para você entender melhor a importância desse detalhamento, preparei este artigo, que esclarece as principais dúvidas sobre público-alvo e persona. 🙂

O que é público-alvo?

O público-alvo de uma empresa é definido a partir de informações, como:

  • gênero;
  • idade;
  • escolaridade;
  • profissão;
  • renda;
  • estado civil;
  • localização geográfica;
  • entre outras.

Encontrar o público-alvo é o primeiro passo para identificar quem compraria o produto dessa empresa.

Alguns anos atrás, encontrar essas informações era suficiente para que as campanhas de marketing fossem criadas. A partir desses dados, as agências direcionavam o conteúdo e escolhiam os canais em que seriam divulgados.

O problema é que esse método nem sempre era eficiente. Mas por qual motivo?

Tendo apenas informações amplas sobre o público, é muito mais difícil que a campanha atinja o cliente ideal.

Sem detalhes sobre os hábitos de consumo das pessoas às quais o produto é destinado, as chances de essas pessoas se identificarem com esse produto são menores. Afinal, a comunicação não é capaz de “conversar” diretamente com elas.

O público-alvo, então, não se identifica com tanta clareza, já que a comunicação é genérica.

Pra você entender melhor, confira o exemplo abaixo.

Exemplo de público-alvo

Considerando as informações que destaquei acima, um exemplo de público-alvo seria:

  • gênero: mulheres;
  • idade: de 40 a 60 anos;
  • escolaridade: ensino superior completo;
  • profissão: professoras;
  • renda: de 2 a 4 salários mínimos;
  • estado civil: casadas;
  • localização geográfica: moradoras de Minas Gerais.

O que é persona?

Observando o comportamento das pessoas, você há de concordar que, em poucos anos, o uso da internet cresceu significativamente, né?

Hoje, nosso consumo está fortemente ligado aos nossos hábitos online. Antes de comprar qualquer coisa, vamos primeiro no Google pesquisar sobre aquele produto.

Esses novos hábitos têm levado o público-alvo a cair em desuso. Afinal, estão disponíveis infinitas outras informações sobre o cliente ideal, que enriquecem a descrição do perfil.

Hoje, com tanto conteúdo pessoal sendo publicado nas redes sociais, é possível identificar detalhes minuciosos (Black Mirror, né?) sobre as pessoas que se interessam pelo produto, o que facilita muito a produção de conteúdo voltado para elas.

A persona (ou buyer persona) nada mais é do que a definição detalhada desse cliente ideal. Com características mais específicas, cria-se um perfil semifictício do cliente ideal da empresa, contendo, além dos dados levantados para o público-alvo, informações como:

  • perfil (nome, gênero, idade, estado civil, escolaridade, profissão, renda, localização);
  • preferências (hábitos, valores, hobbies, estilo de vida);
  • objetivos (sonhos, desejos, ambições);
  • desafios (dores, dúvidas, problemas enfrentados);
  • o que a empresa pode fazer pela persona;
  • o que a persona busca no produto;
  • o que impediria a persona de ser cliente;
  • como o produto deve ser descrito para a persona;
  • entre outras.

A persona deve ser criada como se fosse uma pessoa de verdade, com o máximo de detalhes e até mesmo com foto. O objetivo é compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa.

Isso gera mais conexão e empatia da equipe responsável pela campanha de marketing com a pessoa que pode se interessar pelo produto da empresa. O resultado? Uma criação e uma segmentação mais focada e eficiente.

Eu, por exemplo, penso na persona antes de escrever qualquer tema. Quais são os desafios dessa persona? Ela precisa de quê? Como eu posso ajudá-la com um conteúdo? Tudo isso serve para me auxiliar a criar conteúdo extremamente direcionado às necessidades dessa persona.

Abaixo, um exemplo de persona para ficar ainda mais claro.

Exemplo de persona

Considerando as informações que eu já tinha levantado para o público-alvo, um exemplo de persona seria:

Perfil

  • Cláudia Santos
  • Mulher
  • 42 anos
  • Casada
  • Ensino superior completo
  • Professora de escola particular
  • Recebe R$ 2.000/mês
  • Mora com o marido e com os filhos em Uberlândia-MG

Preferências

  • É uma pessoa ativa e dedicada ao trabalho
  • Seus filhos estão no ensino médio e estudam em escola pública
  • Frequenta igreja católica, onde fez amizades que encontra também fora desse ambiente
  • Não tem tempo para fazer atividade física todos os dias, mas de vez em quando caminha no parque com amigas
  • Apesar de não ser nativa digital, tem facilidade em navegar na internet e em redes sociais
  • Aos domingos, gosta de preparar pratos mais elaborados para receber a família em casa no almoço
  • Sua vida financeira é apertada, mas estável

Objetivos

  • Pagar cursinho para que os filhos consigam entrar em universidade pública
  • Trocar o carro da família
  • Reformar a casa
  • Fazer um plano de saúde

Desafios

  • Organizar-se financeiramente para as aquisições que deseja fazer
  • Cuidar melhor da saúde porque a família tem histórico de diabetes

O que a empresa pode fazer pela persona

  • No caso de uma empresa que oferece crédito:
  • Oferecer praticidade para contratar empréstimo
  • Enfatizar a facilidade de conseguir empréstimo com taxas de juros menores que a do mercado

O que a persona busca no produto

  • “Algo que seja confiável”
  • “Preciso que me demonstre credibilidade”
  • “Preciso conseguir crédito com facilidade”

O que impediria a persona de ser cliente

  • “Eu não contrataria empréstimo se as condições de pagamento não ficassem claras pra mim”
  • “Eu não contrataria empréstimo se acreditasse que a empresa está enganando os consumidores”
  • “Eu não contrataria empréstimo se encontrasse opções mais viáveis no mercado”

Como o produto deve ser descrito para a persona

  • Possibilidade de crédito rápido
  • Resposta da sua proposta o mais rápido possível
  • Taxas de juros atrativas
  • Condições de pagamentos condizentes com a realidade do mercado
  • Comodidade: sem fila, sem sair de casa, sem trânsito, fora do horário comercial, atendimento a qualquer dia da semana, sem precisar fornecer o número de matrícula
  • Praticidade: sem assinatura, sem consulta ao SPC e ao Serasa e sem avalista

Na prática, qual é a diferença entre público-alvo e persona?

Bom, tanto o público-alvo quanto a persona são importantes para o marketing, mas em diferentes etapas.

Enquanto o público-alvo levanta informações mais amplas sobre o cliente ideal – que são úteis quando o objetivo é precificar e começar a definir as campanhas e os canais mais efetivos –, a persona traz mais detalhes – que contribuem para a agência construir a melhor linguagem e a melhor abordagem para as campanhas de marketing.

Nessa comparação abaixo, entenda melhor a diferença entre os dois conceitos:

Público-alvoPersona
Perfil amploPerfil detalhado
Não se refere a um personagem específicoDetalha um personagem específico
Não considera hábitos e preferênciasHábitos e preferências são fundamentais
Reúne características de pessoas que podem se interessar pelo produtoIdealiza o cliente perfeito

Quais são as vantagens de definir a persona para os resultados do marketing?

A persona é uma das ferramentas de marketing mais poderosas para um negócio. Afinal, é uma forma eficiente de enriquecer o público-alvo e oferecer uma análise mais completa para que as campanhas tenham resultados.

Em outras palavras, o que a persona faz é estreitar ainda mais o alvo. Sabendo exatamente que a empresa quer atingir, é muito mais fácil que a comunicação tenha impacto nesse cliente ideal.

Entende a diferença entre criar conteúdo para uma pessoa que precisa de empréstimo e criar conteúdo para uma pessoa que precisa de empréstimo para reformar a casa, quitar dívidas e fazer uma viagem dos sonhos?

Quanto mais detalhes tivermos sobre esse cliente, mais chances temos de que ele se identifique com o nosso conteúdo!

E você? Sabe quem são as personas do seu negócio?

Se não, conte com a YORK para identificá-las e criar campanhas que tragam resultados surpreendentes! Entre em contato e descubra tudo o que podemos fazer para otimizar as vendas do seu produto ou serviço. 😉

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Kaísa Martins, redatora da YORK


Por que você deve anunciar no Google Shopping?

O comércio eletrônico tem crescido de maneira vertiginosa no Brasil. 89% dos brasileiros realizaram ao menos uma compra online entre junho de 2016 e junho de 2017, segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

No ano passado, de acordo com um estudo realizado pela Neomove e ABComm, mais de 203 milhões de vendas foram efetuadas e o ticket médio de compra em e-commerces chegou a R$294,00. Ainda segundo esse estudo, o Google é o principal caminho entre o consumidor e a compra: 52% dos pedidos têm o Google como origem.

Todos esses dados deixam uma certeza: qualquer e-commerce que busque ter sucesso deve destinar verbas para anúncios no Google. Por isso, o Google Shopping e indispensável para quem vende na web: ele te coloca exatamente onde o seu possível cliente está.

O que é o Google Shopping?

A plataforma de anúncios do Google, o AdWords, permite a criação de vários tipos de anúncios e maneiras de personalizá-lo. Para cada tipo de negócio, é possível ter uma gama de ads diferentes, cada um adequado a objetivos específicos.

Sabe quando você está interessado em comprar algum produto e pesquisa no Google sobre ele? Normalmente, a primeira parte da página de resultados aponta esse produto e seu preço em lojas variadas, certo? Esse é um recurso de campanha Google Shopping.

Em termos gerais, o Google Shopping é uma ferramenta de comparação de preços criada pelo Google. Sua principal diferença em relação a outros comparadores de preços online, como o Buscapé ou o Zoom, está em sua integração com o Google, o que faz com que as informações buscadas pelo usuário sejam listadas na própria página de resultados.

Por que é importante trabalhar com Google Shopping em e-commerces?

A resposta pareça óbvia, certo? O Google Shopping te destaca no Google que, além de ser o maior buscador existente, é o principal canal do qual se originam as vendas de e-commerces.

Nesse contexto, colocar o seu produto e preço entre os primeiros resultados de pesquisa deve ser uma prioridade. Anunciando no Google Shopping com produtos a preços competitivos, o seu preço estará sempre no topo dos resultados.

Um e-commerce que não utiliza o Google Shopping perde uma parcela alta de impressões e possíveis conversões. Em um cenário tão concorrido quanto o atual, a ausência de investimentos em anúncios de shopping pode ser fatal.

Mas, além disso, existem ainda mais motivos para você utilizar esse tipo de anúncio:

Relatórios personalizados

Os anunciantes do Google Shopping têm acesso a relatórios personalizados sobre os usuários que interagiram com seu anúncio. Com esses dados, você consegue ver quantas pessoas clicaram na sua oferta e também direcionar campanhas de remarketing, que direcionam novos anúncios para quem já teve contato com ele no Google Shopping.

Os relatórios também permitem que você tenha mais informações sobre usuários que podem ter interesse de compra no seu produto. Esses dados vão desde insights demográficos até mesmo quadro de interesses e comportamento de uso de dispositivos móveis.

Além disso, as informações obtidas através de anúncios de shopping podem te auxiliar a aferir se o seu preço é ou não competitivo em relação ao dos seus concorrentes. Conhecendo também quais são os produtos mais e menos clicados entre os anunciados, você consegue desenvolver novas campanhas de anúncio ainda mais assertivas.

Pagamento apenas por cliques

Como todos os outros anúncios disponíveis no AdWords, no Google Shopping você paga apenas o CPC, isso é, o custo por clique no anúncio.

O CPC já é muito atrativo por si só, mas, no caso do Google Shopping, quando um cliente resolve clicar no seu produto é porque o seu preço realmente se destacou entre os outros valores que apareceram no mesmo resultado. Ou seja, as chances de conversão são altíssimas.

Assim, você pode transformar um lead em venda no seu primeiro contato com o seu produto. Se você souber como aproveitar bem essa interação, consegue também reter clientes através da automação de marketing e garantir o crescimento do seu negócio.

Outras dicas para e-commerce

É claro que apenas anúncios não fazem milagres por um e-commerce. É preciso manter os preços competitivos, ter um site que ofereça uma boa experiência ao usuário e investir na fidelização de clientes através de e-mail marketing, que são fundamentais para e-commerce, e utilizar outras ações de marketing que garantam visibilidade para o seu negócio.

Todo esse trabalho de organização de campanhas no Google, seleção de mídias, planejamento de investimento, organização de relatórios de resultados simplificados, metas e envolvimento com o público-alvo, deve ser organizado por profissionais qualificados para garantir que resultados sejam atingidos. Por isso, contar com uma agência digital, como a YORK, é fundamental para garantir o sucesso do seu e-commerce.

Quer saber mais sobre nosso trabalho?

Fale com a gente.


SEO, UX e conteúdo de qualidade: o que você precisa saber para rankear

A morte do SEO (Search Engine Optimization ou otimização dos motores de busca, em português) como é conhecido atualmente foi anunciada inúmeras vezes. Basta o Google anunciar a atualização de seu algoritmo de busca para que posts e artigos sobre o fim do SEO surjam.

Mas não é bem assim.

Enquanto motores de busca existirem, as estratégias de SEO continuam sendo fundamentais para o rankeamento de uma página nas primeiras posições da SERP (Search Engine Result Page ou página de resultados dos mecanismos de pesquisa). No entanto, cada vez mais o algoritmo de busca do Google privilegia a experiência do usuário (UX, User Experience) e é a isso que o SEO tem que se adequar.

Antes de tudo, é importante compreender que a experiência do usuário se relaciona a dois fatores principais: conteúdo de qualidade, que responda às dores do usuário, e interface do site, que ofereça boa navegação e facilidade de encontrar as informações.

O que é SEO e como funciona o rankeamento do Google

O que é SEO

Em termos gerais, entende-se SEO como o conjunto de estratégias que têm foco na otimização de uma página para o rankeamento no Google. Isso é, trata-se de uma série de práticas que visa colocar o seu site na primeira página do buscador mais utilizado no mundo, trazendo mais acessos orgânicos (não-pagos) às suas páginas. As estratégias de SEO envolvem processos de otimização que atingem desde a estrutura HTML de um site até o seu conteúdo, incluindo texto, imagens, vídeos etc.

Como funciona o rankeamento do Google

A missão do Google é organizar todo o conteúdo existente na internet. Por isso, ele possui crawlers (os “robozinhos”) que vasculham o código das páginas para compreender seu conteúdo e indexá-las em seus servidores.

Basicamente, o Google funciona como uma biblioteca. Quando um usuário faz uma pesquisa, o buscador realiza uma série de testes lógicos e cálculos, analisando diversos fatores nos sites indexados em sua base para, assim, encontrar o melhor resultado para o usuário.

Para fazer isso, ele leva em conta o tema da página, seu título, subtítulos e outras marcações no código html, que servem para delimitar o conteúdo daquela página. Após essa análise, os conteúdos que ele considera mais pertinente à pesquisa estarão nos primeiros resultados.

Qual a relação entre SEO e experiência do usuário?

Com o Fred, última atualização do algoritmo do Google que aconteceu em março de 2017, o Google passou a penalizar sites com conteúdo sem qualidade e que obtêm acessos visando apenas conseguir lucro através de cliques em banners da rede de display.

A penúltima atualização do Google, Penguin, de setembro de 2016, serviu para o buscador passar a penalizar sites que compram links externos (fator importante para o rankeamento) ou os obtêm de outra maneira que não é natural.

O Fred e o Penguin, juntamente com as atualizações anteriores do algoritmo, têm a inteligência necessária para passar a identificar e punir sites que usam estratégias blackhat de SEO. Essas estratégias caracterizam-se pela otimização de páginas para motores de busca que concentram-se especificamente em convencer os crawlers do Google de que a página tem um conteúdo relevante, que merece destaque na página de resultados.

Um exemplo de técnica de SEO blackhat é esconder visualmente um bloco de textos em um site, com o intuito de colocar palavras-chave apenas para melhorar a indexação nos resultados de busca.

Com as últimas atualizações do algoritmo do Google, essas estratégias deixaram de funcionar e passaram a ser penalizados pelo buscador, que diminui a avaliação de sites que se valem dessas técnicas.

As estratégias de blackhat são punidas pelo Google por um único motivo: elas não se concentram no usuário. Para o Google, o bom conteúdo é aquele que responde às dúvidas que levaram o usuário a realizar uma pesquisa no buscador.

Outro exemplo que comprova o quanto o Google tem se concentrado em entregar a melhor experiência possível está no fato de que, atualmente, sites que não são responsivos também são penalizados. Mais do que isso, sites que utilizam a estratégia mobile-first têm posições melhores nas buscas.

Isso acontece porque, com a crescente adoção de dispositivos mobile, as pessoas têm consumido cada vez mais conteúdo via smartphones ou tablets. Por isso, o Google valoriza sites que têm uma boa experiência mobile, isso é, cujo conteúdo e navegação sejam otimizados para telas menores.

Conteúdo de qualidade é voltado para a experiência do usuário

Antes de pensar em title tags, links externos e internos, número de caracteres etc, é preciso pensar no usuário. Quem estou tentando atingir? Quais são suas dores? O que ele quer saber? Como disponibilizar o conteúdo de uma maneira que o usuário possa acessá-lo com facilidade? A produção de conteúdo de qualidade começa nessas perguntas. São elas que orientam a pesquisa de palavra-chaves e todas as outras características do seu conteúdo.

O foco no comportamento do usuário transforma a forma de pensar conteúdos. Agora, eles devem ser criados pensando unicamente no usuário e seus anseios. Nesse contexto, a semântica deixa de ser um artifício que apenas melhora o rankeamento do Google, para ser uma maneira de organizar o conteúdo para melhorar a experiência do usuário.

Dividir o texto em títulos, subtítulos, colocar destaques onde é necessário e itálicos em estrangeirismos, por exemplo, também é uma maneira de conferir significado e relevância para seu conteúdo e, consequentemente, oferecer uma boa experiência ao usuário. Essas técnicas permitem que as pessoas consigam encontrar com rapidez as informações das quais precisam e entender o texto com facilidade.

Criar conteúdo de qualidade, além de ser fundamental para melhorar o posicionamento nos resultados de busca, ainda melhora a relevância do seu site. Bom conteúdo conquista o público, cria compartilhamentos orgânicos e gera links externos direcionados a seu site de maneira natural. Afinal, pessoas compartilham coisas que as ajudam, que são interessantes e/ou que trazem um novo ponto de vista sobre uma questão.

O que fazer para rankear nesse contexto

O que o Google não quer é conteúdo criado exclusivamente para rankeamento. Por isso, a compra de links externos, o uso de palavras-chave de maneira excessiva e voltado apenas para quantidade e outras técnicas blackhat de SEO têm sido punidas por ele.

Por isso, quem produz conteúdo com qualidade e com foco na experiência do usuário não precisa se preocupar e muito menos deixar de investir em SEO. As estratégias andam juntas, as técnicas de SEO whitehat também têm foco na experiência do usuário.

Ninguém sabe realmente como o algoritmo do Google funciona, mas o que dá pra saber é que ele prioriza a autoridade do site, sua relevância e, cada vez mais, a experiência do usuário. Por isso, quando se trata de rankeamento, o foco deve ser a experiência do usuário.

Sites que oferecem uma boa experiência ao usuário vão continuar sendo visto com bons olhos não só pelo Google, mas também pelos usuários.

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